FICHA TÉCNICA

o navio dos mortosO Navio dos Mortos – Magnus Chase e os Deuses de Asgard #3
Autor: Rick Riordan
Ano de Lançamento: 2017
Nº de páginas: 368
Editora: Intrínseca
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SINOPSE

O destino dos mundos está de novo nas mãos de Magnus Chase. Será que ele vai conseguir derrotar Loki de uma vez por todas?

Nos dois primeiros livros da série, Magnus Chase, o herói boa-pinta que é a cara do astro de rock Kurt Cobain, ex-morador de rua e atual guerreiro imortal de Odin, precisou sair em algumas jornadas árduas e desafiar monstros, gigantes e deuses nórdicos para impedir que os nove mundos fossem destruídos no Ragnarök, o fim do mundo viking. Em O navio dos mortos, Loki está livre da sua prisão e preparandoNaglfar, o navio dos mortos, para invadir Asgard e lutar ao lado de um exército de gigantes e zumbis na batalha final contra os deuses.

Desta vez, Magnus, Sam, Alex, Blitzen, Hearthstone e seus amigos do Hotel Valhala vão precisar cruzar os oceanos de Midgard, Jötunheim e Niflheim em uma corrida desesperada para alcançar Naglfar antes de o navio zarpar no solstício de verão, enfrentando no caminho deuses do mar raivosos e hipsters, gigantes irritados e dragões malignos cuspidores de fogo. Para derrotar Loki, o grupo precisa recuperar o hidromel de Kvásir, uma bebida mágica que dá a quem bebe o dom da poesia, e vencer o deus em uma competição de insultos. Mas o maior desafio de Magnus será enfrentar as próprias inseguranças: será que ele vai conseguir derrotar o deus da trapaça em seu próprio jogo?

 


RESENHA – O NAVIO DOS MORTOS

A diferença entre esses heróis é exatamente o que os unem. Chega a hora da batalha final contra Loki começar! Odin não podia nos decepcionar e por isso mandou a equipe mais bem treinada e eficiente de Asgard… Só que não! Hoje temos um Anão aficionado por moda, um Elfo mudo, uma valquíria muçulmana, um(a) Enhejir de gênero enigmático e o quase sem habilidades uteis: Magnus Chase.

o navio dos mortos“Kolga e Blod vieram para cima de mim. Eu me enfiei corajosamente
embaixo da mesa e tentei escapar engatinhando, mas Blod me puxou pela perna.”

Esse incrivelmente eclético e engraçado time de heróis tem uma nova missão impossível. Loki não é um deus comum que se derrota com força bruta, para enfrentá-lo é preciso pensar com ele e jogar seu jogo sujo, e nenhuma forma melhor de vence-lo do que em uma competição de insultos. Mas quando se tem um herói bondoso e educado, fica meio difícil imaginar uma vitória para o garoto. Agora Magnus deve conseguir o Hidromel de Kvasir para ter o dom da poesia e ter alguma chance de derrotar o deus das trapaças.

o navio dos mortos

“Palavras podem ser mais letais que lâminas, Magnus. E Loki é um mestre da retórica. Para vencê-lo, você precisa encontrar o poeta dentro de você. Apenas uma coisa pode lhe dar a chance de vencer Loki no seu próprio jogo.
— Hidromel — adivinhei.”

Rick Riordan consegue algo novo nessa série e traz um pouco dos problemas sociais de nosso cotidiano, conseguindo trabalhá-los de uma maneira bem leve para o público Infanto-Juvenil. Nesse terceiro volume encontramos mais um pouco das lendas e mitos da mitologia nórdicas mesclados juntos com a história, sem mencionar a já conhecida “Formula Rick”.

o navio dos mortos

“Vocês sabem como é. Você está lá, cuidando da própria vida, passeando de trem por uma ravina da Noruega, quando uma velhinha com agulhas de tricô se apresenta como sua mãe divina.
Se eu ganhasse uma coroa norueguesa toda vez que isso acontecia…”


SENTENÇA

Ler os livros do tio Rick é sempre um aprendizado, sem falar na diversão que é um espetáculo à parte. Porém, após ler alguns livros do autor, a empolgação que sentíamos antes já não é mais a mesma e a história acaba tornando-se previsível. Mas apesar disso a história flui de uma maneira bem legal nos fazendo dar risada o tempo todo e a verdade é que Rick Riordan sabe contar histórias como ninguém e não tem como não gostar de suas obras.

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