FICHA TÉCNICA

Pátria. A lenda de DrizztPátria. A Lenda de Drizzt
Autor: R. A. Salvatore
Ano de Lançamento: 2017
Nº de páginas: 384
Editora: Jambô
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SINOPSE

“Status é o paradoxo do mundo do meu povo, a limitação do poder pela própria sede de poder. É obtido através de traição, e convida à traição contra aqueles que o obtiveram. Os poderosos em Menzoberranzan passam seus dias olhando para trás, para se defender das adagas apontadas para suas costas. Suas mortes geralmente vêm pela frente.””—Drizzt Do’UrdenEste clássico best-seller do New York Times inicia a história de um dos personagens mais intrigantes da literatura de fantasia. Acompanhe o elfo negro Drizzt Do’Urden no começo de sua busca por seu destino no sombrio mundo abaixo da superfície.A lenda de Drizzt começa aqui!”


RESENHA – PÁTRIA. A LENDA DE DRIZZT

Testemunhe. Testemunhe o nascimento de uma lenda. O elfo-negro com seus cabelos alvos, pele de ébano e olhos de lavanda. Guerreiro ambidestro que dança com suas espadas destruindo e desafiando reinos ao lado de sua mística pantera negra. Testemunhe a primeira aventura de Drizzt DoÙrden, um príncipe nascido na guerra, criado no chicote e liberto na honra.

Pátria. A lenda de Drizzt“Não há dor maior do que essa; não é o corte de um punhal afiado, nem o fogo de um dragão. Nada queima em seu coração como o vazio de perder algo, alguém, antes que você realmente tenha aprendido seu valor.

Existe um reino abaixo da superfície. Uma terra sufocada, escura, cheias de piscinas cor de ônix, habitada por criaturas inimagináveis e povos excluídos. Debaixo das rochas, em meio ao breu existe Menzoberranzan! Majestosa em suas construções cravadas nas estalactites e estalagmites do subterrâneo. Nelas vivem os Drow (elfos-negros) e suas diversas Casas separadas em uma sociedade matriarcal. Não há honra nem lealdade. Você quer algo? Tome! Desde que faça bem-feito, ninguém vai se opor. Nessa sociedade onde a fome de poder e falta de escrúpulos fala mais alto, existe a Casa Do`Urden, lar de sacerdotisas da grande deusa Aranha. Sua matriarca, malícia, está grávida. Não de um filho qualquer, mas de Drizzt! Um guerreiro que mudará para sempre o curso da história, mas ela ainda sabe disso.

Pátria. A lenda de Drizzt“A verdade, porém, não é nada diante da autonegação, e os princípios não têm valor se o idealista não puder viver de acordo com seus próprios padrões.”

Na noite em que a Casa Do`Urden conquista uma grande vitória, Drizzt seria oferecido em holocausto. Mas o destino reservava outro caminho para esse pequeno elfo. Ele acaba vivendo para presenciar a ascensão de sua tortuosa família. Treinado nas artes da guerra, sem saber quem é seu pai, e debaixo do chicote de suas irmãs ele cresce afiado e atormentado. Para ele tudo está errado. Tamanha ganância e violência não fazem sentido. Ele pensava que seria apenas um guerreiro para defender seu Reino e suas Casas frente as ameaças subterrâneas, não que seria usado para matar irmãos e inocentes. Drizzt está chegando no seu limite e um órfão de uma Casa destruída pelos Do`Urden décadas atrás será o estopim de sua fúria, e quando ela chegar, suas cimitarras se voltarão contra todos que por décadas o oprimiram… inclusive sua família.

Pátria. A lenda de Drizzt“O ódio e a ambição fomentados por esses princípios amorais são a desgraça de meu povo, uma fraqueza que eles enxergam como força.”


SENTENÇA

Publicado há mais de 25 anos finalmente chega as mãos dos brasileiros essa lendária aventura. A “Trilogia do Elfo-Negro” já arrebatou uma multidão de fãs e promete fazer o mesmo por aqui. Seu protagonista Drizzt Do`Urden é um dos personagens mais icônicos da historia da Fantasia. Salvatore (autor) possui uma escrita leve, com ausência de descrições minuciosas, envolvente e veloz. A sociedade e o mundo que construiu (Worldbuilding) é riquíssimo em sua geografia, magia e personagens. Contando a história desde seu nascimento, passando por todas as fases e dilemas da juventude até chegar a maioridade, nos vemos envolvidos profundamente com o drama e aflições deste elfo-negro. O ritmo da narrativa chega a ser um pouco “datado”, similar a uma campanha de RPG em certos momentos, mas nada que tire o brilho da trama. Definitivamente Drizzt e Guenhwyvar, sua pantera, vieram para ficar!

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